quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Tela pequena do celular é opção para ler livros eletrônicos

Motoko Rich e Brad Stone

Com o Kindle, da Amazon, os leitores podem carregar centenas de livros em um aparelho menor que a maior parte dos livros de capa dura. Mas para algumas pessoas, isso não é pequeno o bastante. Muita gente que deseja ler livros eletrônicos está descobrindo que é possível fazê-lo com os celulares inteligentes que já levam em seus bolsos. E esses consumidores apreciam a economia de entre US$ 250 e US$ 350 que o recurso propicia, já que ler em seus celulares torna desnecessário que comprem ainda outro aparelho.


"Esses leitores eletrônicos custam muito caro e fazem apenas uma coisa", disse Keishon Tutt, 37, uma farmacêutica do Texas que compra entre 10 e 12 livros ao mês para ler no seu Apple iPhone. "Prefiro ter um dispositivo multifuncional. Posso assistir a filmes e ouvir minhas canções em um mesmo aparelho".

Ao longo dos últimos oito meses, a Amazon, a cadeia de livrarias Barnes & Noble e diversas empresas menores lançaram software que permite a leitura de livros eletrônicos no iPhone e em outros celulares inteligentes. Um em cada cinco novos aplicativos lançados para o iPhone no mês passado era um livro, de acordo com a Flurry, uma empresa de pesquisa que acompanha as tendências na comunicação móvel.

Toda essa atividade suscita uma questão: o futuro da leitura de livros dependerá de aparelhos de uso exclusivo, como o Kindle, ou de aparelhos mais versáteis, como os celulares inteligentes? Até o momento, o software de leitura para celulares não parece ter influenciado negativamente a demanda pelos leitores eletrônicos de função única. De acordo com o Codex Group, consultoria que atende ao setor editorial, cerca de 1,7 milhão de pessoas já têm leitores eletrônicos nos Estados Unidos, e o número pode subir a quatro milhões ao final da temporada de festas deste ano.

Mas já existem 84 milhões de celulares inteligentes capazes de executar aplicativos de leitura eletrônica, apenas nos Estados Unidos, de acordo com o grupo de pesquisa IDC. A Apple vendeu mais de 50 milhões de iPhones e de iPods Touch, dois aparelhos capazes de executar software de leitura eletrônica.

A Apple mesma não considera que o iPhone venha a ser o aparelho definitivo para leitura eletrônica. No ano que vem, ela pode movimentar ainda mais o mercado de livros eletrônicos caso cumpra as expectativas e lance um computador tablet - um aparelho maior que um celular e que provavelmente contará com software de leitura eletrônica, bem como outros programas desenvolvidos inicialmente para o iPhone.

No passado, as pessoas costumavam resmungar diante da ideia de ler um livro na tela de 3,5 polegadas de um celular. Mas para muitos leitores, a conveniência básica que esse método de leitura oferece supera quaisquer outras dificuldades.

"O iPod Touch está sempre à mão", diz Shanon Stacey, que escreveu diversos livros de literatura romântica distribuídos em formato eletrônico. "E serve como minha agenda e para tudo mais que preciso, além de permitir que eu sempre tenha meus livros à mão". Stacey, que também tem um Sony Reader de modelo mais antigo, diz que até o momento adquiriu duas vezes mais livros para o iPod Touch do que para o Sony Reader.

Embora o Kindle, o Reader e o Nook, o leitor eletrônico da Barnes & Noble que chegará ao mercado no final deste mês, ofereçam telas que usam pouca energia e ficam próximas em tamanho à página de um livro de bolso, eles apresentam recursos relativamente limitados, tais como telas de leitura monocromáticas e acesso apenas parcial à internet - e não em todos os casos.

Ian Freed, vice-presidente da divisão Kindle da Amazon, disse que os clientes continuavam a comprar mais livros para ler no Kindle do que no aplicativo Amazon para o iPhone, ainda que não revelasse números. A Amazon está trabalhando em software de leitura para o BlackBerry e para computadores Macintosh; ela introduziu software de leitura eletrônica para computadores acionados pelo sistema operacional Microsoft Windows recentemente.

"Ler em uma tela pequena é uma experiência surpreendentemente agradável", disse Josh Koppel, fundador da ScrollMotion, uma empresa de Nova York que oferece 25 mil livros eletrônicos na Apple App Store e tem mais de 200 mil cópias vendidas. Empresas como a ScrollMotion e a BeamItDown vendem livros em forma de aplicativos individuais, de modo que romances como Crepúsculo, de Stephanie Meyer, são oferecidos diretamente na App Store. A Amazon e a Barnes & Noble distribuem gratuitamente o software de leitura eletrônica, em lugar disso; os consumidores adquirem os livros propriamente ditos, usando os navegadores de web de seus computadores ou celulares.

As editoras agora estão correndo para desenvolver novas formas de livros que atendam aos leitores interessados em usar celulares inteligentes para leitura - e esses livros não funcionarão nos aparelhos de leitura eletrônica exclusivos hoje disponíveis. Quando o músico Nick Cave escreveu seu segundo romance, The Death of Bonnie Munro, ele e a Canongate, a editora britânica que lança suas obras, trabalharam com uma companhia multimídia para desenvolver um aplicativo destinado ao iPhone que incorporava não apenas o texto do romance mas também vídeos, canções compostas por Cave e uma versão em áudio lida pelo autor.

"Aquilo que se pode fazer com recursos gráficos e imagens em movimento cria uma série de possibilidades para as editoras, possibilidades antes inexistentes", disse Jamie Byng, da Canongate.

É claro que os leitores eletrônicos como o Kindle e o Nook também evoluirão, mais provavelmente por meio da adoção de telas em cores. Mas enquanto isso, os executivos da Amazon afirmam que são as limitações do Kindle que na verdade o tornam mais atraente para leitura. "O Kindle se destina a pessoas que amam ler", disse Freed, da Amazon. "As pessoas usam celulares para muitas coisas. Mais frequentemente, elas os utilizam para fazer telefonemas. O segundo uso mais comum é o envio de mensagens de texto ou e-mails. E só lá embaixo, nessa lista, está a leitura".

De fato, Sarah Wendell, assistente executiva em Manhattan e responsável por um blog sobre livros românticos, disse que embora já tenha usado seu iPhone para ler durante o almoço ou em pausas para café, continua a usar o Kindle, no trajeto de uma hora entre sua casa em Nova Jersey e o escritório.

Para as sessões mais longas de leitura, ela afirma, o iPhone oferece "uma tela pequena, e meus olhos começariam a doer, mesmo que eu aumentasse a fonte para o tamanho avó ou até bisavó".

Travis Bryant, diretor de produtos digitais da Keen Communications, uma pequena editora em Birmingham, Alabama, disse que consegue ler bastante enquanto espera em filas. Bryant contou que recentemente leu The Shack, um romance alegórico cristão que se tornou sucesso de vendas, bem como The Templar Legacy, um romance histórico de suspense, de Steve Berry, em seu iPhone.

Mas Bryant reconhece que o iPhone, embora conveniente, não serve a todos os propósitos de leitura possíveis. "Tenho um filho de três anos, e ele realmente adora livros", disse Bryant. "Eu me lembro de quando era criança e vasculhava as estantes de meus pais. Caso tudo vá existir apenas no iPhone, ele simplesmente não poderá ter aquela tentação visual. Por isso, mantemos as estantes bem cheias em nossa casa".

Tradução: Paulo Migliacci ME

Fonte: Terra

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Lib2Go is free online converter

Lib2Go is free online converter that allows you to convert various types of documents and ebooks to EPUB (developed by the International Digital Publishing Forum) and LRF (Sony's proprietary BBeB format).
Supported input formats are: DOC, EPUB, FB2, HTML, LIT, LRF, MOBI, ODT, PDF, PRC, RTF, TXT.

Supported output formats are: EPUB and LRF.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Universitários dos EUA ganham 200 leitores digitais Kindle

Distribuição aleatória via expandir uso do leitor no ambiente acadêmico.
Kindle DX tem tela de 9,7 polegadas; modelo vendido no Brasil tem 6.

A loja virtual Amazon doou aleatoriamente mais de 200 leitores digitais Kindle DXC para estudantes universitários dos Estados Unidos, como parte de um programa experimental. Segundo a agência de notícias AP, o objetivo é expandir o uso do eletrônico no ambiente acadêmico. O Kindle DX custa US$ 489 nos EUA e tem tela de 9,7 polegadas, contra o modelo de 6 polegadas vendido no mercado brasileiro.

Foto: AP

Madeline Kraizel, da Case Western Reserve University, foi uma das 40 alunas desta universidade dos EUA que recebeu o Kindle DX. Na foto (tirada em 30 de setembro e divulgada em 13 de outubro), ela aparece em uma aula de química usando o eletrônico. (Foto: AP)

 


Foto: AP

Claire Becerra, aluna de ciências políticas da Arizona State University, também ganhou um Kindle DX para usar no ambiente acadêmico. Imagem foi registrada no dia 6 de outubro e divulgada no dia 13. (Foto: AP)

 

 

 

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Leitor digital com duas telas entra na briga contra o Kindle


Alex roda o sistema operacional Android e usa redes 3G e GSM.
Aparelho, ainda sem preço, deve chegar aos EUA no final do ano.

A empresa americana Spring Design revelou nesta segunda-feira (19) um leitor digital com duas telas sensíveis ao toque que, além de permitir a leitura de livros e jornais, apresenta suporte a fotos, vídeos e a navegação na internet. O Alex, como o aparelho é chamado, roda o sistema operacional Android, do Google, o que, segundo a empresa, simplifica a utilização do leitor.
 
Foto: Reprodução

Portátil terá duas telas para trazer diferentes informações simultâneas para o usuário. (Foto: Divulgação) 

 

O preço e a data de lançamento do Alex não foram divulgados pela Spring Design, que apenas informou que o aparelho chega ao mercado americano no final do ano. Em nota, a companhia disse que está procurando parceiros para lançar o produto.

Um leitor digital é um aparelho eletrônico que armazena arquivos -- principalmente livros -- e está voltado à leitura. Esses livros digitalizados, que podem ser baixados da internet via computador ou diretamente para o leitor (e-reader), ganham o nome de e-books.

O Alex terá duas telas sensíveis ao toque: a superior tem 6 polegadas,  apresenta a tecnologia de papel digital e, por isso, é preto-e-branco. Nela, é possível ler livros, jornais e navegar na internet. A tela inferior é onde está o diferencial do aparelho: ela é colorida, tem 3,5 polegadas e permite que as empresas como as editoras de livros, por exemplo, apresentem conteúdo extra ao usuário como imagens e notas relacionadas a um determinado assunto. Elas poderão ser visualizadas na tela inferior sem prejudicar a leitura que ocorre na tela superior.


O aparelho estará sempre conectado na internet. Ele possui conexão a qualquer rede Wi-fi, mas também é compatível com as redes de telefonia 3G, GSM e CDMA. A empresa afirma que os livros poderão trazer links para um site, levando ainda mais informação ao usuário que poderá acessar a internet em qualquer lugar.

Ainda, o Alex tem entrada para cartões de memória SD, permitindo salvar conteúdo da internet ou carregar fotos no aparelho, por exemplo. O usuário também poderá assistir a vídeos na tela colorida. Um alto-falante garante a função de leitura em voz alta dos livros e dos sites.

Fonte: G1


terça-feira, 13 de outubro de 2009

Sites interessantes




Estudando pela Internet

Se por um lado, estudar no conforto de casa e podendo utilizar de toda a capacidade de ensino permitida pelo computador, como animações, gráficos, vídeos e exercícios dá uma vantagem competitiva para a hora do vestibular, por outro, estar tão próximo de tantas distrações, como a tv, geladeira e o telefone pode acabar transformando aquelas 4 horas que você separou para estudar em apenas 10 minutos.

Ao escolher estudar por si mesmo, em casa, através da internet , o estudante se torna responsável pela sua aprendizagem. Estar livre de uma “autoridade” superior que monitora seus estudos, como um professor ou orientador, pode significar um grande fracasso, uma vez que poucas pessoas são capazes de usufruir desta aparente liberdade.

Contudo, há muitas vantagens em estudar pela internet, mesmo que você não estude exclusivamente por ela, use-a como uma ferramenta de estudos complementar.

Aprenda a estudar pela internet

Muitos estudantes obtêm ótimos resultados estudando ou complementando seus estudos pela internet, mas para isso é preciso disciplina e determinação. O Mundo Vestibular preparou este guia para ajuda-lo a se preparar para o vestibular estudando on-line.

Lugar

Sem dúvida é difícil se concentrar com muito barulho a sua volta. Se seu local de estudo for o seu quarto, feche a porta e peça para seus pais e irmãos não lhe importunarem durante o período de estudos. Procure estudar em um horário em que há pouca agitação em sua casa ou local de estudo.

Distrações Externas.

Às vezes, não conseguir resolver aquele exercício de matemática ou não entender aquela matéria de física pode lhe trazer grande ansiedade. Debaixo de ansiedade os estudantes comumente tendem a procurar se entreter com outra tarefa buscando assim fugir do problema.

Ligar a tv, abrir a geladeira, telefonar para os amigos ou simplesmente tirar uma soneca podem parecer boas opções quando aquela resposta não vem. Procure separar em seu local de estudo tudo o que irá precisar para evitar se deslocar durante o período de estudos. Mesmo que fazer outra coisa pareça uma boa opção, diga para si mesmo a importância de estar estudando naquele momento e tente não pensar em nada que lhe distraia de seu objetivo.

Distrações Internas

Existem duas: Sua cabeça e a Internet.

Estudar pela internet é como estudar dentro de um clube esportivo, você pode sempre parar um pouquinho para fazer outras atividades durante os estudos.

Previna-se deste tipo de distração, desligue seu Messenger e qualquer outra ferramenta de comunicação on-line, feche seu programa de e-mails e qualquer outro site que não esteja relacionado com seus estudos.

Evite pensar em outras situações que não dizem respeito aos seus estudos, a briga com o namorado, a alta do dólar e a roupa que você vai usar naquela festa são assuntos para você se preocupar depois que acabar seus estudos.

Separando o Material.

Separe previamente todo material necessário durante os estudos: lápis, caneta, papel, cd-roms, livros e cadernos. Selecione também os sites onde pretende colher informações e exercícios para evitar de perder tempo procurando durante seu tempo de estudo.

Caso esteja estudando por algum site específico, procure saber se há alguma rotina ou ordem de tópicos de estudo sugerida neste site e procure segui-la.

Leve também uma garrafa de água e qualquer alimento que precisar para não precisar buscá-los depois.

Escolhendo o horário.

Escolha um horário específico e procure estudar todos os dias no mesmo horário. Desta forma você criará uma rotina de estudos e terá mais chances de se manter fiel a ela.

De preferência aos horários em que não haverá muita distração ou barulho. Não existe especificamente uma hora do dia melhor para estudar. Algumas pessoas preferem estudar a tarde por se sentirem cansadas pela manhã, outras preferem estudar pela manhã para terem o resto do dia livre e alguns preferem estudar o dia inteiro. Procure saber qual o horário em você é mais produtivo.

ANOTE
- Desligue o Messenger e qualquer outra ferramenta de comunicação durante os estudos
- Evite atender ao telefone, caso seja necessário, fale brevemente e explique que você está estudando naquele momento.
- Separe previamente todo material necessário.
- Selecione previamente os sites onde pretende colher informações
- Procure saber se você está estudando de uma fonte confiável.
- Faça os exercícios propostos.
- Separe um tempo durante o qual você estará estudando.
- Procure estudar todos os dias no mesmo horário
- Peça aos seus amigos e familiares para que não lhe importunem durante os estudos.
- Evite ler e-mails e navegar em outros sites durante o estudo.

FONTE: http://www.estudeonline.net/artigo_sub.aspx?cod=32

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Empresa Russa planeja tablet de baixo custo

Lbook T9 terá tela de 9 polegadas e custará menos de US$ 400.

Por Antonio Blanc
Enquanto a Apple não lança seu tão esperado tablet, outras empresas tentam se estabelecer neste mercado. A russa Lbook está planejando lançar no mercado um tablet de baixo custo, baseado no processador Intel Atom.

Um tablet por menos de US$ 400, com 2 GB de RAM, 120 GB de HD e tela (touch, obviamente) de 9 polegadas. Nada mau!
Um tablet por menos de US$ 400, com 2 GB de RAM, 120 GB de HD e tela (touch, obviamente) de 9 polegadas. Nada mau!
De acordo com o site UMPCPortal , o Lbook T9 seria equipado com uma tela multi-toque de 8.9 polegadas, um processador Intel Atom Z530 (série de baixo consumo) de 1.6 GHz, 2 GB de RAM e HD de 120 GB, tudo isso em um gabinete com apenas 12 mm de espessura e pesando 670 gramas. A autonomia de bateria, segundo o fabricante, é de 4 horas e o sistema operacional será o Windows 7.
Mas o mais interessante é o preço, estimado entre US$ 350 e US$ 375. Para se ter uma idéia o Crunchpad, o tablet barato para acesso à web idealizado pelo blogueiro Michael Arrington, do TechCrunch, terá um preço estimado em US$ 300. Mas apesar da tela maior (12 polegadas) ele tem menos RAM, não tem HD e traz um sistema operacional limitado, voltado apenas ao acesso à web e nada mais.
O Lbook T9 deve chegar às lojas, inicialmente na Rússia, em março de 2010. Embora não haja informação sobre seu lançamento no Brasil, a Geek estima que, incluídas margens de lucro e impostos, o aparelho possa custar entre R$ 1.200 e R$ 1.600 para o consumidor final.
www.geek.com.br